ESTOQUE – MATERIAIS PARA PRODUÇÃO.

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No último artigo em que abordamos sobre estoque (clique aqui para ler) nós já falamos qual é a sua definição, quais os tipos e como são seus componentes. No artigo de hoje, vamos abordar um tipo específico de estoque: o estoque de materiais para produção.

Pegando emprestado o que foi dito no primeiro artigo:

Estoque de materiais para produção:

“Conhecido também como estoque de matéria-prima, este tipo de estoque é onde ficam contabilizados os materiais necessários à fabricação dos produtos que a empresa comercializará, como ferro, madeira, parafusos, chapas, plástico, soja, açúcar e muitos outros.

Cada empresa possui um estoque de materiais de produção diferente, baseado no tipo de produto que ela fabrica”.

Nesta conta contábil, em suma, ficam registrados os valores correspondentes a todos os bens que a empresa necessita para realizar a fabricação de seus produtos. Se estivermos falando de uma empresa que realiza a fabricação de carteiras escolares, em seu estoque de materiais para produção teremos itens básicos como madeira, ferro e plástico.

Há quem ainda aloque na conta de materiais para produção itens que não são necessariamente parte do processo produtivo que se termina no bem final produzido, porém compõem os itens que envolvem a venda do produto.

É o caso das caixas de embalagens em que a cadeira escolar estiver dentro, bem como o plástico que é utilizado para embalar a carteira.

Ambos não fazem parte necessariamente do processo produtivo do produto, porém representam um gasto e, portanto, algumas registram tudo sob a conta de Materiais para Produção.




 

A forma mais correta de classificar os materiais para produção em seus diversos subníveis são:

Estoque de materiais primários (matéria-prima): aqui são classificados os itens que fazem parte de fato da produção e ainda não sofreram nenhum tipo de modificação no seu estado natural. Exemplo: madeira, ferro, grãos, plástico e etc..

– Estoque de materiais secundários: itens que são utilizados na produção em caráter auxiliar ou complementar. Exemplo: parafusos, pregos, juntas, cola e etc..

– Estoque de peças para reposição: similar ao que é contabilizado no estoque de materiais secundários, porém com a característica exclusiva de reposição como, por exemplo, na reposição de determinado item que foi perdido por má fabricação ou apresentou algum defeito.

– Estoque de embalagens: itens que não fazem parte direta da produção, porém são utilizados como itens que complementam a entrega e/ou a venda de produtos. Exemplo: caixa de papelão, plástico bolha, isopor e etc..

Que tal aprender agora os principais modelos de contabilização de estoques? Então clique aqui e leia sobre o PEPS e o UEPS.

Então é isso. Agora você já sabe como classificar corretamente as contas de estoque de sua empresa. Se gostou não deixe de compartilhar.

Até a próxima!

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